Limites, decisões, educação e amor

biel.20minutospratudoE ninguém te conta o quanto é difícil educar! Sabe, aquela dor física que você sente ao ouvir o choro do filho porque falou não? Sabe aquele momento que você sente todos os pelos do corpo arrepiarem de nervoso quando você olha nos olhos dele e ele ri da sua cara? Ah os “Terrible Twos” ! Na verdade, acho que não é só uma fase, acho que serão momentos. Momentos de stress causados pelo tão necessário“Limite” que precisa acontecer.

O Limite é tão crucial para a criança, quanto o ar, o alimento e o amor! Se ela não tiver limite, não vai se tornar um adulto feliz. Uma pessoa feliz. Estabelecer os limites é uma das funções cruciais da maternidade…

A gente se assusta quando e olha no espelho e se vê do outro lado, se vê como a pessoa que limita, que poda, se assusta com esse lado da maternidade. Tenho me policiado muito para não ser muito rígida, mas tenho me culpado cada vez menos pelos “nãos” que falo!

Hoje foi um dia complexo por aqui! Tivemos vários momentos de stress e limites colocados, tivemos choro, tivemos paciência no limite, tivemos paciência zero. Estou escrevendo esse texto com o corpo dolorido pelos “nãos” que falei, pelo choro que escutei, pelas conversas sérias e um pouco ríspidas que tive. Mas vou dormir com meu coração sem culpa. Ser mãe é isso, é “padecer no paraíso” né?

Quero dividir minha reflexão sobre os limites, postei no Instagram do blog, lá no @20minutrospratudo, foi o que meu coração ditou para meu cérebro… Espero que quem estiver lendo, me entenda!

“A gente se assusta com o tempo passando, com os chinelos usados sem o elástico atrás, com a decisões que começam a ser tomadas, com o raciocínio em desenvolvimento. A gente se assusta com a firmeza que tem que ter, com os limites que têm que impor, com o olho no olho que têm que fazer. A gente se assusta ao olhar no espelho e se ver mãe…Sabe aquela, parecida com a mãe da gente que falava não? A gente se assusta porque é difícil é cansativo, é educar. A gente se assusta com o tamanho do amor que têm no peito! Com a dor de cabeça quando tem que corrigir, com o corpo reagindo com dor quando o “Não” tem que sair. A gente se assusta e faz parte! A gente se assusta com a maternidade. A gente se assusta mas se admira e torce pra dar tudo certo, ele crescer “forte” com os limites e um dia parar para pensar que quem vai se assustar é ele!
Ah se fosse fácil não seria tão recompensador!”

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